sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Um amor que me faz mal


Como odeio te amar, esse amor de uns dias pra cá só esta me fazendo mal, quando falo com você, cada palavra dita por ti, faz meu coração pulsar mais forte e meu corpo te pede de volta, Se é pra se arrepender de alguma coisa, eu me arrependo de não ter dito a 8 meses atrás o quanto eu te amava de verdade, ter dito isso agora não adiantou nada, não te trouxe de volta. Gostaria de voltar no tempo... e não ter dito nem sequer o meu nome, se eu soubesse que esse amor ia me fazer sofrer tanto.
Ps: Uma parte muito grande desse amor, ainda esta em mim!


(Nathalia Ortiz)

Amor não morre de fome, e sim de saudade!


Ela fingia que ouvia, enquanto Regis seu amigo, lhe explicava a matéria.
-... É isso! Entendeu?... ENTENDEU?
-ã? Ah desculpa, não estou com cabeça pra isso agora!
Juntou seu material e se retirou da sala sem nem ao menos se despedir de Regis. Foi andando rápido pelo corredor, quase correndo, entro no banheiro feminino e ali se sentou no chão, e mais uma vez voltou a se desabar em lagrimas.
Lembranças lhe passaram pela cabeça, em uma fração de segundos, era tudo muito recente, Ana não havia se acostumado com a separação.
Havia se passado três semanas após o termino do namoro e Lucas não havia telefonado, foi então que Ana percebeu que não teria volta.
Ana já não freqüentava mais o colégio, não saia de casa, estava praticamente morrendo sozinha, pois nem se alimentando estava.
Regis á procurou varias vezes, mas ela nunca o atendia, ela não queria ver ninguém, não queria a pena de ninguém, ela só queria uma pessoa de volta.
- Ele me disse que nosso amor seria eterno, mas ele mesmo o destruiu, hoje já quase não vivo, meu coração bate cada dia mais de vagar, se for pra passar o resto dos meus dias sem ele, eu prefiro que meus dias sejam curtos, só assim a dor que estou sentindo vai embora de uma vez.
E Ana viveu... Apenas mais um dia!

Ps: Estou de volta \õ/

(Nathalia Ortiz)

domingo, 19 de dezembro de 2010

' DSTV

...por um tempo, prometo voltar logo *-*
Beeijos, Naah.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Foi só um sonho


Céu azul, um jardim encantador, uma toalha estendida na grama, bolos, doces e muita fruta, e ele ao meu lado me surpreendendo com um pequinique.
Abro os olhos, olho em volta, estou novamente em meu quarto escuro, foi só mais um sonho (:
Nathalia Ortiz.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Recordações


Me recordo dos teu olhos verdes me fitando, da sua pele macia bem colada á minha, das suas mãos acariciando meu rosto, e como não lembrar dos teus beijos.
E agora estou aqui, não paro de pensar em tudo o que vivemos juntos. Me pediu em casamento depois de três anos de namoro, e minha reação foi péssima, sai correndo, e quando me liga, não consigo atender.
É quase de manhã e ainda não dormi, mas todas essas lembranças me ajudaram a me decidir, é você que eu quero, hoje e sempre, portanto minha resposta é sim, eu aceito me casar com você.

Ps: pauta para Bloínquês - 46° edição musical: É quase de manhã e ainda não dormi. (Quase de manhã, Scracho)



Nathalia Ortiz.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

De geração á geração!


Fim de tarde, encontro um diario escondindo em uma madeira da varanda, saiu rapidamente da sede da fazenda e corro para um lugar afastado, com muitas árvores e começo a ler.
A cada página lida, um segredo revelado e cada final de texto uma assinatura, o nome de minha bisa vó.
Chega! Fecho o livro rapidamente em uma fração de segundos, após ler que minha avó é adotada, e me faz recordar que essa regra deve ser cumprida de geração á geração.
Minha bisa vó adotou minha avó, que adotou minha mãe, que me adotou. E agora, como contar que estou gravida de um filho meu?
Já estava ciente da 'regra' de familia, mas estou feliz de poder ter um filho meu. Mas de acordo com a historia, quem gera um filho de seu proprio ventre, não o terá em sua vida.
Beijos, Naah!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Dor de uma perda


Estava me sentindo como se varias pessoas tivessem pisado em cima de mim, as palavras que foram ditas não saiam do meu pensamento, e por incrível que pareça, foi apenas uma pessoa que fez isso comigo.
Depois de varias tentativas, eu tentando me explicar e meu pai não me deixando falar, ele veio para cima de mim e me bateu de uma forma que ele nunca tinha batido antes.
Dias antes fui para a casa de minha avó, depois de ter recebido um telefonema dela, dizendo que precisava de mim lá. Fui o mais rápido que pude. Chegando lá me deparo com o meu avô em um caixão. Foi uma sensação horrível ver e aceitar que o homem que me educou, que me criou estava ali, morto e jamais voltaria a me abraçar novamente.
Não agüentei voltar para casa, passei uma semana fora, indo para um lado e para o outro. E quando voltei meu pai já estava furioso, ele nem ao menos sabia que meu avô, seu pai estava morto e enterrado.
Eu tentei falar, mas ele não quis ouvir, a única coisa que ele soube fazer, foi me bater e me dizer coisas horríveis, assim como ele sempre fez, mas agora de uma forma pior, e eu não tenho, mas ao meu lado a pessoa que me livrava das surras de meu pai.

Ps : pauta para Bloínquês, 43° edição conto/historia: Eu tentei falar, mas ele(a), não quis ouvir.